COMUNIDADE DO BLOG TEMÁTICO NO ORKUT

Domingo

Lívia
20 anos
S. G. do Amarante - CE
.:Outro Blog:.


Segunda-feira

Proibido
39 anos
Brasília-DF
.:Outro Blog:.


Terça-feira

Tati Tatuada
Idade sob segredo
São Paulo-SP
.:Outro Blog:.


Quarta-feira

Renato
28 anos
Rio de Janeiro-RJ
.:Outro Blog:.


Quinta-feira

Renata
25 anos
São Paulo-SP
.:Sem Outro Blog:.


Sexta-feira

Paula
25 anos
Porto Alegre - RS
.:Sem Outro Blog:.


Sábado

Sérgio Leite
34 anos
Belo Horizonte-MG
.:Outro Blog:.


Herança
Bandido ou Mocinho?
Carta ao Papai Noel
Necomigonão!!!
Valeu a pena
Eu não consigo
Daqui a dez anos
Saudade
Independência
O certo e o errado
Sensações
Quem é quem
Encontro
Chavões
Desejo
Começo
Minha Vida É Como Imaginei?
Brincadeira
Sinceramente
Coração Pirata
Não por acaso
Perigo
Espetáculo
Água
Para alguém especial
Esfriou...
Casamento do Renato
Liberdade
Meu ìdolo
O Certo ou o Duvidoso?
Ponto Fraco
Praia
Começa com A
Reclamando de Barriga Cheia
Aquela Ligação
Frases Feitas
Bregas
Na Pista
Livros
Carro
Chorar de Rir
Trezoitão na Cabeça
Reencontros
Sem Saída
O Inverno de Minha Existência
Corpos
Relacionamento Perfeito Copa do Mundo
Mudanças
Os Integrantes do Temático
Pessoas Boas
Diferenças
Aconteceu Comigo
O Melhor da Vida
Maturidade
Eu e Deus
Lar, Doce Lar
Minhas Manias
E o Vento Levou
Heróis
Medo
A Pessoa Perfeita
Sob os Lençóis
Alma Gêmea
Confissões
Pedidos ao Meu Deputado
2006, o Novo Ano
Eu Agradeço...
Se Eu Tivesse Mais Tempo
Carta ao Papai Noel
Sonho e Realidade
Amizade
Beleza é Fundamental
A Boca
A Era da Informação
Meu Filme Favorito
O Que Eu Procuro
Referendo das Armas
Meu Lugar
Volúpia e Prazer
Um Dia Pra Ser Feliz
Estou Pensando em Você
Individualidade
Jeitinho Brasileiro
O Tempo que Eu Teria Congelado
Meu erro foi crer...
Vc tem pedra no sapato? Violência
Dia de Folga
Família
Estilo
Amor e Distância

Experimentar
Corrupção
Namoro
Em Cima da Hora
Curiosidade
Pecados
Dor e delícia de ser como sou
A Casa Caiu!
Escolhas
Olhando pela Janela
Além do que se vê
Felicidade
Meu Trabalho
Seduzindo com as Palavras
O Poder da Palavra
O Efeito da Música
Os Prazeres da Vida
Férias
Governo Lula
Resoluções de Ano Novo Mulheres Comandam
Celebridade
Três Coisas
Fim de Ano
Detalhes
Amor ou Paixão?
Ciúmes
Vc Tem Fome de Quê?
20 e Poucos Anos
Beleza Comprada
Sotaque
Sexo
Vida de Blogueiro
O Início de Tudo






















Pessoas inteligentes e diferentes. É o que se encontra aqui.
Cada um com sua visão para o tema proposto da semana. Diferentes cabeças, mas sempre a mesma beleza.

Deixem suas impressões e enriqueçam o blog!


Sábado, Dezembro 22, 2007


Nunca fui um grande viajandão, mas me lembro de duas viagens que me marcaram por causa do exotismo da coisa. A primeira foi em 1989, eu tinha dezessete anos e viajei com uma torcida organizada pro Morumbi em SP pra ver um jogo de futebol. Era aquela época de se libertar. Meus pais, obviamente, não queriam deixar, mas quando um adolescente bate o pé com uma coisa, eles acabam cedendo. E aí fomos, com uns amigos do trabalho e uma porção de gente da torcida, os quais eu nunca tinha visto. Torcida organizada tem de tudo. Maconheiro. Bicha. Mulher. E olha que naquela época as coisas não eram como são hoje. A gente saiu de Belo Horizonte à meia-noite do sábado e chegamos em SP por volta de dez da manhã. A viagem foi tranquila e a torcida, na época a Explosão Cru-Chopp (hoje é Mancha azul), comarando com a segunda viagem que fiz era de uma torcida muita "na paz". Quando a gente entrou no estádio foi muito bacana porque os torcedores do São Paulo trocaram camisas foram amigáveis e coisa e tal, mas depois que eles fizeram o primeiro gol, eles chegavam até a divisória pra poder xingar a gente, foram hostis e tivemos que sair do estádio escoltados. O grande medo de quem estava nessa caravana era apanhar da torcida do Palmeiras, rival à epóca da torcida do Cruzeiro. O mesmo medo de quando fui para o Rio, três anos depois, assisitir a um jogo contra o Flamengo, temíamos apanhar da torcida do Vasco. Essa viagem foi mais cheia de emoção. Primeiro porque foi com a torcida Máfia Azul, que era uma torcida mais encrenqueira. Fui com o meu irmão Marcus e o meu primo Hélio. Lembro-me que levamos uma garrafa de Drink Dreher e pão com salame e no meio da viagem o meu primo põe aquilo tudo pra fora. Foi uma gozação danada. Na hora em que tentamos dar uma cochilada na viagem, um emaconhado daqueles passava de fileira em fileira batendo na cabeça de todo mundo.Os integrantes da torcida subiam no ônibus e aquilo, que hoje é normal, me impressionava muito, negativamente. O motorista quase parou a viagem, que ocorreu pela manhã. Saímos às nove e o jogo era as oito e meia da noite. eram três ônibus e um quebrou e todos foram amontoados em um ônibus, num calor insuportável, descendo a Serra de Petrópolis. Acabamos chegando em cima da hora do jogo, Cruzeiro e Flamengo tem torcidas irmãs, pela rivalidade que os dois têm com o Atlético Mineiro e apesar de ganhar do time carioca por dois a um, saímos tranquilamente do estádio.

Gente, Feliz Natal a todos vocês, leitores,colunistas e fãs desse blog.








Quinta-feira, Dezembro 20, 2007


Minhas viagens são várias. Em todos os sentidos.
De carro, de avião, de ônibus, andando e principalmente na maionese quando deveria estar trabalhando.
Pra começar, praticamente todo mês eu pego um ônibus e vou visitar meus pais. Gloriosos 450 Km, dentro de um ar condicionado siberiano. Quando o ônibus é bom, eu até consigo dormir bastante, graças a meu amado travesseiro de viagem. Quando o ônibus é ruim, eu durmo graças ao Dramim mesmo! Abençoado seja! E também o inventor do MP3!
Além disso, quando meu trabalho, as férias e meu saldo bancário permitem, o que deve dar poucas vezes por ano, eu sigo rumo ao sol, areia, mar... Se puder ser de avião e no nordeste, melhor ainda! Mas as finanças não permitindo, vamos aqui por perto mesmo. O que importa é perder esse branco escritório São Paulo.
Cada livro que eu leio também é sempre uma grande viagem. Eu viajo pra onde for e vivo a vida dos personagens.
Por isso que eu acho que viajar é a melhor coisa do mundo.
Seja pra onde for, sempre nos faz ter novas perspectivas sobre coisas e pessoas.
E também nos faz conhecer outros jeitos e culturas, e isso é o que torna a vida tão interessante.

Renata








Terça-feira, Dezembro 18, 2007


Viajar é preciso, viver é preciso, amar é preciso.
Hoje o assunto é viagem.
Conhecer lugares, culturas e pessoas.
Pode-se fazer tudo isso através da Internet, mas convenhamos, pessoalmente é muito melhor.
Pelo menos uma vez ao ano tento sair de São de São Paulo. Como já tenho alguma idade, já viajei bastante, conheci lugares lindos, culturas diferentes da minha, pessoas interessantíssimas.
Uma vez fui para Aruba mergulhar, lá conheci um texano, gato, muito gato. O problema, se é que podemos chamar assim, é que ele só falava inglês e eu com meu inglês macarrônico, mas vamos combinar, beijo é uma língua universal. Isso também aconteceu na Jamaica, mas foi um Irlandes.
Outra vez, perderam minha bagagem em Caracas, adivinhem se eu falo espanhol?
Ano passado, quase todos os temáticos foram ao Rio, para o casamento do General. Foi muito bom.
Uma vez, em Itaúnas, que aliás é um lugar muito lindo e divertido, conheci uma turma, cada um do canto do mundo. À tarde nos reuníamos nas dunas para tomar whisk e ver o pôr-do-sol, foi uma das melhores viagens da minha vida.
Ano passado fui para Fortaleza, foi show e este ano, vou para Bahia encontrar uma turma, aproveitando encontrarei o Proibido e sua senhora. Outra amiga de Brasília também irá para lá. Vai ser muito bom.
A melhor viagem sempre será a próxima.

Tati Tatuada.








Segunda-feira, Dezembro 17, 2007


Viagem de verdade eu tenho muitas... históricas, saudosas, imaginárias, infantes e até profissionais.

Sou movido por aventura. Vou contar uma que fiz pros EUA, numa decisão louca: às 11h da matina, soube que pegaria o vôo às 18h. Larguei a mulher arrumando as malas, enquanto fui a 4 bancos sacar dinheiro, comprar travellers checks e dólares. A chave enganchou na ignição do carro, me impedindo de desligá-lo. Eu nem me incomodei... largava o carro ligado na porta dos bancos e ia fazer o que tinha que ser feito. Quando cheguei em casa, arranquei o cabo da bateria e larguei lá, daquele jeito.

Fomos ao aeroporto sem passagem, sem reserva de hotel, sem passaporte... só com dinheiro e muita coragem. Enquanto a mulher esperava na fila, fui comprar os travellers. Quando chegou nossa hora de fazer o check-in, a pessoa da agência chegou com as passagens e uma reserva de carro... “E o hotel?”, perguntei. “Não conseguimos”, ouvi assustado. “E os passaportes como o visto?”. “Tem uma pessoa aguardando vocês no Galeão com eles em mãos”.

Fomos nós ao Rio. Depois de uns 20min procurando o corno barbudo, os encontramos... ele tava lá, apoiado numa pilastra, conversando com uma mulher feia, sem uma plaquinha na mão, sem nos procurar, nada... Ainda assim, agradeci e fui cuidar do meu check-in. Deu tudo certo... mas ainda restava a última e mais tenebrosa etapa: entrar naquele país.

Chegamos lá e comecei a responder ao interrogatório: o que estão fazendo aqui? Voltam quando? Já estiveram no país antes? Vão se hospedarar onde? Hummm... fudeu!!! Inadvertidamente, respondi que era no Holiday Inn... não tinha como falhar... aquela porra tem em qualquer canto daquele país. Última pergunta: “Casto??? Like... Fidel Castro???”. Castro era o sobrenome da minha esposa… e Fidel é um amigo antigo dos americanos. Respondi que não tinha nada a ver... que não éramos cubanos tampouco gostávamos daquele cidadão. Enfim, conseguimos passar.

Pegamos o carro em Miami e... pra que lado eu vou? Siga a trilha do sol... foi o que me disseram na locadora. Deu certo... desbravamos a cidade e voltamos cheios de história pra contar... até porque, na última noite, quase fui preso por excesso de velocidade. Quase MESMO!!!

by Proibido