COMUNIDADE DO BLOG TEMÁTICO NO ORKUT

Segunda-feira

Proibido
37 anos
Brasília-DF
.:Outro Blog:.


Terça-feira

Tati Tatuada
Idade Sob Segredo
São Paulo-SP
.:Outro Blog:.


Quarta-feira

Renato
25 anos
Rio de Janeiro-RJ
.:Outro Blog:.


Quinta-feira

Renata
30 anos
São Paulo-SP
.:Sem Outro Blog:.

Sexta-feira

Felipe Magalhães
23 anos
Rio de Janeiro-RJ
.:Outro Blog:.


Sábado

Sérgio Leite
34 anos
Belo Horizonte-MG
.:Outro Blog:.


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20 e Poucos Anos
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O Início de Tudo






















Pessoas inteligentes e corretas. É o que se encontra aqui.
Cada um com sua visão para o tema proposto da semana.
Diferentes cabeças, mas sempre a mesma beleza.
Deixem suas impressões e enriqueçam o blog!


Sábado, Agosto 26, 2006


Esse foi um tema que me deixou com a pulga atrás da orelha. O que será "na pista", que gíria é essa? O que significaria? É bom essa coisa do regionalismo com expressões que têm um valor específico pra determinada região. A respeito do tema da semana que vem, que será "Bregas", um dos nossos colunistas disse que na Bahia, Brega significa "puteiro" dá pra viajar bastante. Seguindo essa linha poderia entender "na pista" quem pega um amor qualquer disponível apenas pra não ficar sozinho ou saciar suas necessidades sexuais. " Na pista" poede ser ainda alguém procurando o verdadeiro amor, "talvez ele esteja na pista certa". Fiquei curioso pra desvendar esse signifcado, fiquei decepcionado porque o Renato não postou na quarta-feira e ele disse que ia esclarecer esse mistério. Alguns não se importaram, o Proibido falou de moto e a Tati Tatuada abusou da elegância pra escrever sobre Pista de dança, eu escrevo sobre a dúvida do tema e de como é interessante que em cada lugar exista uma expressão diferente pra falar das mesmas coisas. Quanto à significação do tema, lembrei da piada da folhinha verde e continuo com a curiosidade desinteressada de saber o que significa.








Sexta-feira, Agosto 25, 2006


Olhavam-se com o mesmo olhar de 2 anos atrás, naquela mesma esquina onde se encontraram pela primeira vez, por ironia do destino.
Mas desta vez, o coração batia diferente... como se precisasse recomeçar a vida: forte e escandaloso. Talvez por isso as pessoas olhavam ao passar... com aqueles olhos de abutre, abertos para qualquer coisa que possa saciar essa fome de fofocas... provavelmente para ter algum assunto para abordar à mesa no jantar.
Mas o mundo poderia correr, frear... poderia gritar; Nada importava, apenas o barulho dos corações.
Foi só depois de algum tempo, com o soprar do vento, que sentiram as lágrimas que escorriam - para jogar fora toda a decepção e toda a fragilidade de uma relação atormentada pelo orgulho e a imaturidade.
Cansados pelo tempo, castigados pela sorte, resolveram seguir... continuar na mesma pista.
Mas também nessa hora, falou o orgulho mais alto e como em quase todo final, cada um escolheu uma direção.








Terça-feira, Agosto 22, 2006


Ele aguardava sentado num bar, um lugar tão distinto quanto seu terno italiano e seu charuto cubano.
A espera era sua companheira, ele lembrava de como chegara ali, as nuances, o jogo, a demora em chegar até aquele ponto.
Tudo começara há uma semana, num inocente e-mail.
O primeiro foi deletado, pois desconhecia o remetente, o segundo lhe chamou a atenção, pois o título tinha uma informação que só alguém que o conhecesse poderia ter. Ele o abriu.
Um e-mail formal, educado, até polido.
Dizia que o conhecia e o admirava desde longa data, que o observa, conhecia seu gosto apurado com relação a bebidas, em especial os vinhos franceses e italianos. Conhecia sua rotina, seus horários. Parecia saber até os mais íntimos pensamentos.
Ele respondeu, para que se firmasse uma relação foi rápido, muito rápido.
Ele olhava para a pequena pista de dança onde casais e alguns desacompanhados dançavam alegremente.
Uma mulher lhe chamou a atenção. Não era especialmente bonita, mas exalava uma sensualidade que lhe despertavam os sentimentos mais primários, mais másculos.
Ajeitou-se na cadeira, pois aquela visão gerou uma reação física inesperada e inoportuna. Ele não podia se dar a esse desfrute estava aguardando ansiosamente a pessoa do e-mail.
A moça percebeu seus olhares lascivos, foi por isso que resolveu provocá-lo, não foi difícil, o simples mudar de posição deu a ela a certeza que ele estava muito interessado, e esse interesse não era intelectual.
Trocaram olhares, pensamentos, quase sonhos.
Ele resolve abordá-la, ela é receptiva.
Ali, naquela pista eles dançam como um só ser.
Naquela pista, eles se beijam.
Naquela pista eles confessam seus mais secretos desejos.
Saem da pista. Há uma necessidade urgente para que atendessem seus desejos.
Vão para outro lugar, onde podem e concretizam cada murmúrio prometido naquela pista.
O encontro, bem, até hoje ele não sabe quem era o autor do e-mail, mas agradece sinceramente estar no lugar certo na hora certa e encontrar a pessoa certa para fazer a coisa certa.

Tati Tatuada.








Segunda-feira, Agosto 21, 2006


"Na pista"... isso deve ser alguma gíria carioca, pois foi um jovem carioca roqueiro quem sugeriu o tema. Como não sei o que significa, vou me prender ao tema, seguindo exatamente o que está escrito.

Sou fanático por pista. Era telespectador fiel das corridas de Fórmula 1, na época em que quem ganhava era o piloto, e não o carro. Aqui em Brasília rola muita competição de velocidade. Sempre que acho interessante, vou lá prestigiar. É muita emoção ver os veículos entrarem nas curvas a tanta velocidade. Mas, adrenalina mesmo é estar no comando, segurando o volante, passando pelos desafios e chegando ao destino no tempo previsto... ou antes.

Nunca participei de corrida. Meu sonho era estar numa pista de rally, daqueles onde os carros entram de lado nas curvas, levantando muita poeira. Meu primeiro carro tinha tração na traseira e era um orgasmo reduzir a marcha e acelerar nas curvas, principalmente no molhado ou na poeira. Era demais a sensação de perder e recuperar o controle do carro... era uma perda controlada, digamos.

Independente de velocidade, eu amo viajar de carro... dirigindo, é claro. Sou daqueles que dirigem com muita segurança e tranqüilidade... mas, nem por isso, perco detalhes da paisagem, das pessoas na pista, nos carros, nos pastos... eu vejo tudo. Estar na pista, pra mim, é viver um desafio, uma emoção.

Há menos de um ano, fui traído pela chuva, quando aquaplanei e capotei o carro que eu tanto adorava. Vocês não têm idéia da sensação que foi sair do carro intacto, junto com a namorada, e ver a conseqüência de um acontecido sem culpado... eu não cometi imprudência alguma, tampouco um terceiro o fez... simplesmente, aconteceu. Minha sensação foi de derrota... pela primeira vez na vida, me senti derrotado... mas não sabia pra quem.

Desde este fim de semana, comecei a curtir outras pistas. Estou na pista de novo... mas com equipamento diferente... na pista, montado numa moto... vivo à procura de estradas de chão (sem asfalto) para desbravar. É o Proibido na pista... acompanhem-me ou saiam da frente.

by Proibido