COMUNIDADE DO BLOG TEMÁTICO NO ORKUT

Segunda-feira

Proibido
37 anos
Brasília-DF
.:Outro Blog:.


Terça-feira

Tati Tatuada
Idade Sob Segredo
São Paulo-SP
.:Outro Blog:.


Quarta-feira

Renato
25 anos
Rio de Janeiro-RJ
.:Outro Blog:.


Quinta-feira

Renata
30 anos
São Paulo-SP
.:Sem Outro Blog:.

Sexta-feira

Felipe Magalhães
23 anos
Rio de Janeiro-RJ
.:Outro Blog:.


Sábado

Sérgio Leite
34 anos
Belo Horizonte-MG
.:Outro Blog:.


Chorar de Rir
Trezoitão na Cabeça
Reencontros
Sem Saída
O Inverno de Minha Existência
Corpos
Relacionamento Perfeito Copa do Mundo
Mudanças
Os Integrantes do Temático
Pessoas Boas
Diferenças
Aconteceu Comigo
O Melhor da Vida
Maturidade
Eu e Deus
Lar, Doce Lar
Minhas Manias
E o Vento Levou
Heróis
Medo
A Pessoa Perfeita
Sob os Lençóis
Alma Gêmea
Confissões
Pedidos ao Meu Deputado
2006, o Novo Ano
Eu Agradeço...
Se Eu Tivesse Mais Tempo
Carta ao Papai Noel
Sonho e Realidade
Amizade
Beleza é Fundamental
A Boca
A Era da Informação
Meu Filme Favorito
O Que Eu Procuro
Referendo das Armas
Meu Lugar
Volúpia e Prazer
Um Dia Pra Ser Feliz
Estou Pensando em Você
Individualidade
Jeitinho Brasileiro
O Tempo que Eu Teria Congelado
Meu erro foi crer...
Vc tem pedra no sapato? Violência
Dia de Folga
Família
Estilo
Amor e Distância

Experimentar
Corrupção
Namoro
Em Cima da Hora
Curiosidade
Pecados
Dor e delícia de ser como sou A Casa Caiu!
Escolhas
Olhando pela Janela
Além do que se vê
Felicidade
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Seduzindo com as Palavras
O Poder da Palavra
O Efeito da Música
Os Prazeres da Vida
Férias
Governo Lula
Resoluções de Ano Novo Mulheres Comandam
Celebridade
Três Coisas
Fim de Ano
Detalhes
Amor ou Paixão?
Ciúmes
Vc Tem Fome de Quê?
20 e Poucos Anos
Beleza Comprada
Sotaque
Sexo
Vida de Blogueiro
O Início de Tudo






















Pessoas inteligentes e corretas. É o que se encontra aqui.
Cada um com sua visão para o tema proposto da semana.
Diferentes cabeças, mas sempre a mesma beleza.
Deixem suas impressões e enriqueçam o blog!


Sábado, Agosto 12, 2006


Queria dizer que a nossa aventura automobilística começou há pouco tempo. Nunca tive carro, nem a minha família, não sei fazer nada num carro. Quando resolvemos que iríamos comprar carro e tirar carteira resolvemos que a Elba iria tirar primeiro e eu iria esperar mais um pouco, foi de comum acordo, questões logísticas. Acompanhei a luta dela pra concluir cada etapa do processo e vi como é complicado, o tanto de aulas que ela fez e o tanto de dinheiro que gastou. Gastamos mais ainda porque mudamos de casa e logo em seguida compramos nosso primeiro carro, um pálio 98/99, vinho, muito arrumadinho. A primeira vez que saímos no "Chapolim", ela tremia, pois estava acostumada a sair com a sua instrutora, mas tudo correu bem. Já estamos com o carro a um mês e meio e ele já tem marcas nossas, como um amassadinho no porta-malas (típico do pálio). Foi com muita satisfação que realizamos esse sonho de comprar esse carro porque foram anos, desde que nos casamos, idealizando esse projeto que finalmente se concretizou. Andamos muito de onibus e ainda andaremos mais, mas pelo menos passamos a não depender mais da carona de ninguém. Não fico chateado por ser levado por ela pra todo lado, ir no banco do carona, mas a minha ansiedade em tirar o documento aumentou muito desde que ela começou a dirigir. Agora é botar os pés no chão e esperar uma chance financeira pra também poder sair por aí guiando o nosso chapolim.








Sexta-feira, Agosto 11, 2006


Histórias de carro?
Hum... histórias de carro....
Vou resumir:
Mirante do Leblon.
Morro do Pasmado.
Vista Chinesa.
Garagem de casa.
Final do Leme.
Estradas desertas.
Praia do Forte.
Saquarema.
Saídas de Boite.
Alto da Boa Vista.
Festa de Formatura.
É, acho que isso resume bem...
(desculpem-me os não-cariocas...)








Quinta-feira, Agosto 10, 2006


Ao contrário do Proibido, não nasci sabendo diferenciar o pedal do freio do acelerador.
Também não fui muito incentivada a aprender a dirigir, já que isso implicaria que eu iria querer dirigir o carro do meu pai, e isso ele sempre deixou claro que não permitiria. Se alguma de nós (eu ou minhas irmãs) batesse o carro, ele não queria e não podia ter mais esse gasto.
Também não ganhei nenhum carro ao fazer 17 anos, nem aos 18, nem com idade nenhuma.
Sempre soube que se eu quisesse ter um carro, eu teria que trabalhar e comprar por ele.
E isso não era devido a nenhuma maldade do meu pai, apenas ele nunca pôde se dar a esse luxo.
Não quero que ninguém tenha pena de mim, já que eu não tenho, tenho certeza que meu pai fez o melhor de acordo com suas possibilidades, e se hoje sou uma pessoa que batalha pelo que quer, e que vence, é graças aos pais maravilhosos que eu tenho, que sempre me incentivaram.
Se eu gostaria de ter um carro? Sem dúvida! Ainda mais se for um pretinho básico como o da Tati.
Mas isso não estã entre as minha prioridades. Tenho muitos sonhos ainda por realizar, esse é um desses, mas nada que não possa esperar. Quem sabe na minha próxima promoção eu crio coragem e me entrego a um carnê pra pagar pelo resto da vida???
Mas não reclamo de ser conduzida, ao contrário, aproveito muito bem esse tempo livre, em que posso deixar a mente correr, ler um livro, escutar música, sem ter que me preocupar se o barbeiro da
frente freiou no último minuto, ou virou sem dar seta.
Adoro ser passageira e poder curtir a viagem , mesmo que seja de um bairro a outro. Andar por uma São Paulo que eu ainda não conheço direito, é sempre cheio de novidades.
Como muitas novidades eu tive pra ver quando passeei como passageira por Salvador e Rio, é um deleite só, é só um curtir a paisagem, ver o sol, o céu, rua que não se conhecem, lindas casas, mar, o que tiver de interessante pelo caminho. Garanto aos motoristas que sempre tem algo interessante.
O que eu não gosto é de ter que depender da carona dos outros, mas pra isso inventaram o taxi, e eu sempre uso quando necessário. Me leva aonde eu quero sem eu ter que me preocupar com estacionamento ou flanelinhas.
Fica aqui só o meu pedido ao Proibido, que tem duas lindas filhas. Que tal fazer com que elas sejam ótimas motoristas? Tenho certeza que elas podem ser. Mas pra isso , você vai ter que incentivá-las a dirigir desde cedo como você foi incentivado.

Renata








Quarta-feira, Agosto 09, 2006


Quando tinha 19 anos, ganhei meu carro. Era meu querido e guerreiro Ford Ka, carinhosamente apelidado por mim de "FODKU". Não fiz tanta loucura quanto os jovens costumam fazer porque eu já estava comprometido com Tatinha.

E passamos quase 7 anos juntos. Praticamente aprendi a dirigir com ele, então as mossas e arranhões eram um charme que ele tinha a mais. Cada marca era um registro de minha juventude. Lembro-me bem de um amassadinho na porta quando estava chegando na casa de um amigo para irmos ao jogo do Botafogo em Niterói. Outro amassado foi a primeira tentativa da Tati de dirigir. E um grande arranhão causado por uma distração minha ao discutir algum assunto besta com minha gata. É, ele confunde-se com a minha história...

Mas com o passar do tempo, ele não atendia mais às minhas expectativas. Não que ele tivesse pouca potência, quem tem carro 1.0 e gosta de correr sabe como tirar todos os cavalos necessários. Ele não me dava conforto. Vidros manuais, falta de ar condicionado e muito aperto já não eram mais tolerados. E a coisa foi piorando quando eu comecei a gastar 200, 300 reais com ele todo mês para consertar alguma coisa. Afinal, 130 mil km sem a manutenção que ele merecia tinha que culminar em alguns problemas.

Com a ajuda de minha noiva, resolvemos trocar de carro. Pegar um mais completo. Ainda que sendo 1.0, pelo menos com mais conforto. E dentre todas as opções e preços disponíveis, nessa hora resolvemos pensar em nosso casório. Por isso pegamos o mais barato que dava. Um Fiat Uno completo, mas ainda sim um Uno.

Quer saber de uma coisa? Ele tem ar, tem uma cor bonita, e me dá um certo conforto, algo que me agrada já.

E pelo menos não falta dinheiro para eu montar minha cozinha.

E que venha a grana, pois ainda terei um Vectra!








Terça-feira, Agosto 08, 2006


Num primeiro momento decidi que falaria sobre meu carro, o pretinho básico, aquele, o qual pagarei as prestações num carnê que mais parece a enciclopédia Britânica, 22 volumes. Mas depois desse texto chauvinista do Sr. Proibido, vou falar do meu primeiro carro, o Xuxu.
Antes de mais nada é salutar esclarecer que cada carro teve um nome. O Xuxu era pretinho básico também. Ganhei ao completar 17 anos, porque já era uma excelente motorista e contava com a confiança irrestrita de minha mãe.
Se o Xuxu falasse.....
Foram tantas aventuras, tantas histórias.
Aprendi a dirigir com meu avô, este era, sem dúvida, um homem de paciência, todo final de semana ele saia comigo por uma hora e ficávamos rodando com seu fusca azul pelas ruas de terra do sítio.
Era o momento mais esperado da semana, nada era mais importante que sair para dirigir com meu avô, e ele, de uma paciência sobre-humana ao meu lado, me orientando, me elogiando e, às vezes, me puxando a orelha porque eu ultrapassava os limites considerados ideais, cerca de 50km/h.
Bons tempos aqueles.
Mas voltemos ao Xuxu.
Xuxu era lindo, zerinho e muito útil para os propósito de uma mocinha de 17 anos, mas não vou contar aqui não, porque certas histórias são apenas para serem lembradas, não divulgadas.

Tati Tatuada.








Segunda-feira, Agosto 07, 2006


Qual é o primeiro brinquedo que todo menino ganha? Carro. Desde pequeno, ele é motivado a dirigir, guiar, trocar de carro, melhorar. Por mais que o pai queira que ele preserve o brinquedo, o capetinha o destrói... claro, ele sabe que logo ganhará outro. E assim cresce. E logo começa a observar os carros de verdade. Descobre marcas e modelos e passa a falar a respeito. Começa a ter suas preferências... e, praticamente, se masturba, guiando seu carrinho, achando ser um carrão. Enquanto isso, as meninas estão arrumando bonecas, penteando cabelos duros das bonecas, trocando sapatos e inventando combinações originais de roupas e pequenos apetrechos.

Aí, o moleque cresce e anseia pelo momento de aprender a dirigir. Passa a observar como o pai dirige: como ligar o carro, como segurar corretamente o volante, como trocar as marchas, o uso dos pedais, das setas, do freio de mão. Observa também os sinais de trânsito. Começa a ter noção de direção, pois ele quer aprender a andar sozinho: saber pra que lado tem que ir; observar pontos de referência. Enquanto isso, a menina continua brincando com sua boneca, sentada no banco de trás de cabeça baixa; não presta atenção a nada; sequer sabe ensinar um adulto a chegar à sua casa.

Entrando na adolescência, ele passa a encher o saco do pai pra aprender a dirigir. E o pai lhe permite guiar o volante, sentado no seu colo. O moleque vai pegando as manhas. Até que, um dia, o pai confia e resolve lhe ensinar como dirigir de verdade, de preferência numa área onde não tenha em que bater. Daí, começa o inferno do pai, pois o menino não pensa em outra coisa, afinal, naquela idade, ele ainda não descobriu o prazer de estar com uma mulher; todo seu prazer está em dirigir. E tudo que o capetinha quer é enfrentar as ruas. Devagar, vai conquistando a confiança do pai, até chegar ao seu ápice: chegar na escola dirigindo, com o pai ao lado, e, de preferência, com todos os colegas vendo. Virou homem. Isso é o que se passa na sua cabeça. Enquanto isso, a menina começa a aprender a se maquiar, arrumar o cabelo... acostuma-se a andar no lado do carona ou no banco de trás.

O menino cresce e persegue seu primeiro carango. Ele consegue. Nada mais importa. Mesmo não tendo como pôr gasolina, ele tem seu carro. E começa a pegar as meninas arrumadinhas e cheirosas, enquanto os "sem carro" só pegam as vizinhas. E vai ganhando o mundo, se sentindo cada vez mais homem, buscando cada vez mais um carro melhor e maior.

Crescem os homens e crescem seus brinquedos. O mesmo brinquedo que ele se diverte torna-se arma necessária na batalha do mundo animal: o homem caçando mulheres. Enquanto isso, elas continuam se arrumando para o marmanjo que virá buscá-la de carro.

Acho que acabei justificando porque homens dirigem tão melhor do que mulheres. Elas não foram criadas para dirigir, e sim para ser levadas.

by Proibido