COMUNIDADE DO BLOG TEMÁTICO NO ORKUT
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Pessoas inteligentes e corretas. É o que se encontra aqui. Cada um com sua visão para o tema proposto da semana. Diferentes cabeças, mas sempre a mesma beleza. Deixem suas impressões e enriqueçam o blog!
Sábado, Maio 06, 2006
Estava tentando achar uma história que fosse interessante pra colocar aqui que casasse com o tema da semana. Não sei se consegui. Mas a história é a seguinte: Há vinte anos atrás, "quando eu tinha catorze anos, como todos jovens urbanos", estando eu na oitava série,inventei de fazer um curso no Senai, ajustador mecânico, coisa que não deu em nada, pois não tenho aptidão pra nada que seja prático e manual. Pois bem, o curso era à tarde e eu estudava o ensino fundamental de manhã, estando na oitava série. Levava uma marmita ou um pão com ovo e ia pro curso da tarde. Pra chegar no Senai, que fica no bairro Rio Branco em Venda Nova, eu, que estudava no bairro Lagoinha, tinha que pegar um coletivo, chamadao 0202 e então descia na rua atrás do Senai. Então que naquela época a gente andava sempre duro, era uma época ainda que não se entrava pela porta da frente do ônibus, entrava-se pela porta de trás e saía-se pela frente, como qualquer atitude normal nesse mundo e talvez fosse por esses episódios que eles inverteram a ordem da entrada nos coletivos. O certo é que, pra economizar alguns trocados, a gente escorregava pela porta de trás do ônibus pra não pagar passagem. Economizava-se um troquinho que dava até pra comprar um lanche. Mas certo dia via a coisa preta. Preparei-me pra descer do onibus no ponto escolhido, escorreguei pela porta e saí tranquilamente. Dei alguns passos e notei que o ônibus não arrancara, cismei com aquilo e olhei pra trás: o motorista já estava a uns três passos de mim quase me alcançando, quando dei por isso virei uma ferrari e disparei a correr do homem que bufava atrás de mim. Livrei-me desta. Mas acho que se ele me pegasse tomaria uns bons tapas. Depois disso acho que pensava muito em antes de descer do ônibus sem pagar.
escrito por S. Leite
, em
1:56 PM
Quinta-feira, Maio 04, 2006
Pra quem não sabe, meus pais moram no interior, há 500 Km
de onde eu moro. E eu não tenho ido muito pra lá, entao toda
vez que eu vou, eu fico até o último minuto que eu posso,
ou seja, saio de lá normalmente no domingo, no ônibus das
23:59 , o que quer dizer q vou chegar em São Paulo lá pelas
6 da manhã. Dessa vez vim eu e minha irmã.
E claro que queremos, ou melhor, TEMOS que dormir, ou
ninguém trabalha direito no dia seguinte. Mas ai aconteceu
que tinha algum infeliz com celular ou alarme tocando, um
barulho horrível, tipo música de cavalgada em filme de
faroeste: taranrantaranrantan...
Isso começou lá pela meia noite, e eu ja não conseguia
dormir, porque não tem como dormir muito confortável em um
ônibus, mas da primeira vez tudo bem... Uma hora finalmente
cochilamos, mas claro que aquela droga tocou de novo,
mais um tempo e de novo.. E toda hora eu e minha irmã
acordávamos, e claro que o dono daquilo nem acordava nem
desligava, só nós que parecíamos estar incomodadas...
E aquilo tocando. E a gente acordando. E a raiva aumentando.
Mais 2, 3, lá pela oitava vez que tocou, e nos acordou! Claro!
E já era 4 da manhã! Minha irmã não se aguentou teve um
surto e gritou do lugar dela:
- Gente, vamos acordar, vamos acordar... de quem é esse
alarme que ta tocando? vamos desligar por favor?
Nisso parou de tocar, pensamos que finalmente íamos
conseguir dormir um pouco. Que ilusão! Em 5 min, tocou
de novo! Aí quem não aguentou fui eu! Levantei do meu lugar
pra ver se descobria de onde vinha o barulho, e era de uma
mala que tava bem perto da gente, no bagageiro...
Ai foi minha vez de gritar totalmente surtada:
- De quem é a porra dessa mala??
O dono da mala deu um pulo do lugar dele, tava sentado na
janela, nunca vi ninguém levantar tao rapido..rs pulou
praticamente por cima do cara que tava sentado do lado dele...
e já abriu a mala pegou o celular e finalmente desligou
aquela porcaria..
Eu e minha irmã não acreditávamos no que tínhamos feito...
O ônibus lotado, a maioria dormindo, e nós duas fazendo o
maior barraco!! rs E no que eu sentei no banco de volta, minha
irmã ainda vira e fala: - Rê, feliz aniversário!! Foi a gota d'agua!
Nós duas tivemos um super ataque de riso que não passava
mais. Tivemos que enfiar a cara no travesseiro, ou íamos
acordar os poucos que ainda não tinham acordado ainda..
Mas pelo menos dormimos tranquilinhas o resto da viagem.
Renata
escrito por Equipe Blog Temático
, em
10:55 AM
Quarta-feira, Maio 03, 2006
Não sei se chega a ser uma história engraçada quando contada aqui, mas com certeza dou boas risadas sempre que me lembro dela.
Há alguns anos, num dos muitos carnavais que passo em Araruama, cidade próxima ao Rio que é inundada por cariocas sempre que há um feriado, tínhamos problema de abastecimento de água. Para quem critica a privatização das empresas, só para constar nos autos, depois da privatização, essa falta d¿água acabou, para desespero de meu pai, que havia gasto maior grana para construir uma super cisterna, hehe.
Bom, mas essa historia começa quando eu e um amigo, na casa dele, resolvemos dar uma "melhorada" na falta de água que a casa sofria.
Sabendo que o vizinho não estava curtindo o carnaval na região, resolvemos "pegar emprestada" a água da cisterna dele. Afinal, ele não iria usar mesmo, não é?
Começa assim a "Operação Água".
E que rufem os tambores!
A idéia era simples: pegaríamos uma mangueira e com o auxílio de uma escada, pularíamos o muro e faríamos a transferência da água.
A família dele não gostou da idéia, mas como não teria problema algum, e as relações com os vizinhos não era lá das melhores, ninguém nos impediu.
O plano foi bem sucedido. Quando vimos a bomba do vizinho ali, dando mole, nem precisamos usar nossa energia. E ainda aproveitamos a piscina do cara enquanto a água estava vindo.
Mas a água acabou. A cisterna do vizinho não estava tão cheia assim. Poxa, nem pra facilitar o nosso trabalho!! Então, como quem não quer nada, resolvemos dar uma olhadinha no vizinho ao lado daquele, que tinha muro baixo, e, quem diria, casa vazia e cisterna cheia. E tome-lhe "Operação Água 2, a Missão"
Nessa casa não tinha piscina, mas tinha uma pitangueira. E tome comer pitanga, naquela velha cena estilo "garotos arteiros roubando fruta".
Lembro-me como se fosse hoje, estava no muro entre a casa do meu amigo e do primeiro vizinho, dando o relatório da operação para os pais dele, quando ele me aparece todo assustado:
- Renato, fudeu, entrou alguém na casa! Joga a escada logo para eu pular!
Eu sei que a escada foi rapidinho para a mão dele, me taquei do muro e ele também veio de uma vez só. Quando a família dele já estava tensa, a gente só escuta o barulho da bomba desligando.
A mãe dele, histérica que só, e com um pequeno problema cardíaco que era elevado a várias potências sempre que ela queria chamar atenção, começou a chorar, e a dizer que o filho dela ia ser preso, e começou a fazer uma massagem esquisita no peito, na altura do coração, quase uma massagem cardíaca, isso na visão dela!
O pai dele, uma figura que chega a ser engraçado por ser sempre calmo e nunca se exaltar com nada, foi o único a fazer alguma coisa alem de gritar e chorar:
- Calma gente, deixa eu ir lá conversar!
Mais alguns minutos de tensão e a bomba volta a ligar!!! Como assim? Ninguém entendeu nada...
Aí volta o calmo pai fumando seu cigarrinho, de chinelos e sem camisa, e quando todos estão apreensivos para saber logo o que houve, ele primeiro dá a tragadinha no fumo, para depois falar:
- Mulher, bota umas mangas do terreno aí numa sacola que eu vou lá entregar pra mulher!
???? Como assim?
A mulher era apenas caseira do lugar, e como os donos não iriam lá aquela semana, após uma boa conversa, ela permitiu que religássemos a bomba!
UFA!
Sempre que lembramos dessa história damos uma boa risada. Ele continua sendo um dos meus grandes amigos e amizades assim levo para a vida inteira!
E, gente, foi mal pelo tamanho, mas vocês sabem que quando tenho tempo, eu exagero um pouco, hehe!
escrito por Renato
, em
1:48 PM
Terça-feira, Maio 02, 2006
Os nomes foram trocados para preservar suas respectivas identidades.
Foi num verão, feriado emendado de fim de ano.
Estava esta que vos fala, trancada em seu quarto, nua em pêlo, como veio ao mundo. Não me lembro de era o calor se estava ardendo pelo sol, mas isso também não vem ao caso no momento.
O fato é que estava lá, peladona sobre a cama assistindo televisão.
No dia seguinte soube que Mércia flagrou seu marido Fabrício espiando, com uma filmadora pela fresta da janela, a peladona aqui.
O que mais a irritou foi, provavelmente, o fato de eu achar aquilo muito engraçado.
Afinal, o babaca se dá ao trabalho de, sorrateiramente, na calada da noite, espiar a cunhada pelada correndo o risco de ser pego, e de fato foi.
Sinto muito, mas é engraçado.
Segundo suas palavras se fosse alguém bonita ela não se importaria, mas sendo eu, ai a coisa ficou preta.
O que continuou sendo engraçado.
Até hoje eu rio dessa história, principalmente porque, em princípio, pode parecer constrangedor mas convenhamos, é engraçado e aconteceu comigo.
Tati Tatuada.
escrito por Equipe Blog Temático
, em
5:00 PM
Segunda-feira, Maio 01, 2006
Eu tava noivo e transávamos muito (ô saudade!!! Era tão bom!!!). Como vivíamos comprando camisinha e fazendo contas para não usá-las, resolvemos fazer testes de fertilidade. Precisávamos saber logo se ambos éramos férteis. Já pensaram? Prevenir, prevenir pra depois descobrir que o ovo é goro!? Precisávamos saber logo. Nisso, a mulher é abençoada. Faz um examezinho e pronto. Já o homem, coitado... mulheres, vocês não têm noção do que é fazer um espermograma.
Trabalhava a partir das 8 da matina. Era auditor de sistemas. Tinha que dar o exemplo aos auditados e subordinados e chegar no horário. Então, dirigi-me ao laboratório de análises clínicas. Lá, me aproximei da atendente e lhe entreguei a requisição do exame. Já começou a porra!!! Ela leu e olhou pra minha cara com cara de julgamento. Parecia que tava escrito na testa dela: "Vai tocar uma punheta". E tinha um sorriso irônico. Já fiquei encucado! Ela jogou um monte de revista sobre o balcão e me mandou escolher uma. Eram várias Playboy, Sexy e mais sei-lá-o-quê. Escolhi duas, sem sequer folhear. Ela, com o mesmo olhar escroto, me entregou o potinho, me deu as orientações e me mostrou onde era o banheiro... era um banheiro comum a todo o andar do prédio. Que porra é essa!?!?!? Orientações? Foi mais ou menos assim: "Você se masturba e, quando for ejacular, ejacule dentro desse potinho... tente não perder nenhuma gota". E ainda falou com o maior bocão. Todo mundo escutando aquilo. Agora imaginem a minha cara!!!
Fui pra lá com minha cara de sacana e com as duas revistas debaixo do braço. A sensação era de que todas as pessoas que estavam no laboratório com seus saquinhos de merda e mijo viam apenas a mim no mundo. Saí andando, todo sem graça, sob aqueles olhares de "vai fuder sozinho". Entrei no banheiro, tranquei a porta, baixei as calças, abri o pote, fiquei com ele na mão e comecei a folhear a primeira revista. Azar da porra!!! Umas porras dumas mulheres sem graça, secas, coitadas!!! Fui pra a segunda revista... toda colada. Surpresa??? É... quando alguém se masturba com uma revista na mão, normalmente a porra mela a revista... e cola as páginas. Olha só que merda!!! Normalmente, as páginas coladas são as mais interessantes. Então, descolei aquela porra e analisei a foto. Gostosa.
Vamos a alguns detalhes. Me masturbar, eu sempre me masturbei. Desde sei lá quantos anos. Mas, quando eu me masturbo, é porque eu tô com muita vontade. Mas, quando se trata de um exame desses, o cara é FORÇADO a se masturbar... e tem que gozar... pior ainda, precisa acertar o alvo: uma porra de um potinho. Outra coisa: tem que passar, se não me engano, 10 dias sem gozar. Como é que podia? Naquela idade? Uns vinte e pouquíssimos anos? Quando não dava uma com a noiva, gozava sonhando. Era muito foda!!! E tinha que esperar mais 10 dias.
Bom, comecei o ato mais deprimente da minha vida. Acabaram os problemas? Porra nenhuma!!! E a hora? O tempo passando? Eu lá, mandando ver, tome, tome, tome, tome... e nada de gozar... olhava pro relógio, o tempo passando, hora de entrar no trabalho e... nada. Tome, tome, tome... a peste do pinto começou a ficar assado, ardendo... pôrra, punheta, a gente bate é no chuveiro, com sabonete e debaixo d¿água... mas ali!?!?!? Era a seco... completamente... E a cabeça bloqueia. Tome, tome, tome... quando a porra tá pra chegar (literalmente), um infeliz bate na porta: "Vai demorar aê?". Vá-te pros infernos!!! Essa era minha vontade de responder aos berros. Mas, fui educado: "Espero que não". E tome, tome, tome... mais ligeiro, o pinto quase sangrando e tome, tome, tome... foi chegando a hora, foi chegando, foi chegando e... aaaaaaaaaahhhhhhhh... nem podia fazer um ruidinho mais alto, nem um gritinho, sequer um suspiro mais forte... afinal, tinha um cara atrás da porta... ainda bem que me lembrei de colocar o potinho na frente... já pensou se tivesse esquecido daquele infeliz? Aproveitei quase tudo... tadinho... saiu tão pouquinho... normalmente enchia a camisinha... mas eu terminei aquela porra... todo suado!!! Era minha obrigação.
Aí, vem outro problema. Entregar a porra (dessa vez, porra nem é palavrão) do potinho à recepcionista... e passar pelo público que, àquela altura, parecia as torcidas no Maracanã, numa final de Flamengo e Vasco. Todo mundo olhando o feladaputa todo suado e todo sem graça. Vontade de mandar todo mundo se fuder. Entreguei o pote à doce recepcionista. "Demorou, hein!", foi o que ela comentou, me olhando com aquela cara sarcástica e horrorosa. "Você deveria ter ido me ajudar!", respondi, na maior sutilidade. Silêncio no ambiente. Toma, sacana!!! Quer sacanear os outros? Pague com vergonha!!!
by Proibido
escrito por Equipe Blog Temático
, em
6:47 PM
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