COMUNIDADE DO BLOG TEMÁTICO NO ORKUT

Domingo

Renata
30 anos
São Paulo-SP
.:Sem Outro Blog:.


Segunda-feira

Proibido
37 anos
Brasília-DF
.:Outro Blog:.


Terça-feira

Tati Tatuada
Idade Sob Segredo
São Paulo-SP
.:Outro Blog:.


Quarta-feira

Renato
26 anos
Rio de Janeiro-RJ
.:Outro Blog:.


Quinta-feira

Paula (M@n@)
23 anos
Porto Alegre-RS
.:Sem Outro Blog:.


Sexta-feira

Nanda
37 anos
São Paulo-SP
.:Sem Outro Blog:.


Sábado

Sérgio Leite
34 anos
Belo Horizonte-MG
.:Outro Blog:.


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Referendo das Armas
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Vc Tem Fome de Quê?
20 e Poucos Anos
Beleza Comprada
Sotaque
Sexo
Vida de Blogueiro
O Início de Tudo






















Pessoas inteligentes e corretas. É o que se encontra aqui.
Cada um com sua visão para o tema proposto da semana.
Diferentes cabeças, mas sempre a mesma beleza.
Deixem suas impressões e enriqueçam o blog!


Sábado, Fevereiro 18, 2006


A gente sempre escuta que o produto do adulto que nós somos é resultado daquilo que fomos quando criança, a relação que tivemos com nossos pais, a nossa formação e tudo mais. Eu acredito nessa informação, mas não deixo que ela vire uma neura na minha vida. Às vezes fico pensando o quê foi determinante pra que eu me tornasse a pessoa que sou hoje. Às vezes fico pensando como seria interessante escutar a opinião das outras pessoas sobre a nossa pessoa. Às vezes elas podem achar que somos chatas, outras podem achar que somos bacanas e coisa e tal, e um dia ouvi minha mãe falar que eu sempre fui muito devagar pra fazer as coisas, desde pequeno. Essa não era uma opinião que eu tinha de mim mesmo, mas tudo bem, não é disso que trata os meus medos.
Como dizia a Paula Toller no Kid Abelha nos anos oitenta, "ninguém me explicou na escola, ninguém vai me responder". A gente sabe que a escola não prepara ninguém para a vida, apenas ensina teorias escolares e nos prepara pra fazer provas. E por isso foi com alegria que vi no meio dos livros escolares dos meus filhos a disciplina "Empreendedorismo e Ética" e o um dos objetivos que eles terão durante o ano será o de perder a vergonha de falar em público. Acho ainda que a escola poderia ainda ensinar ao aluno a questionar, incentivando que ele faça cada vez mais indagações sobre todos os assuntos abordados e as questões práticas da vida.
Estou falando disso tudo porque acho que eu perdi muitas coisas na minha vida exatamente por causa de um medo tolo de me relacionar com as pessoas, de falar em público, de resolver questões. E me tornei um adulto meio que pela metade e acho que poderia ter me desenvolvido melhor se tivesse percebido isso e buscado uma solução e talvez fosse uma pessoa mais bem resolvida hoje em dia. Pode ser que isso seja um complexo ou simplesmente uma constatação ou uma pura sinceridade pra falar exatamente o que penso de mim mesmo que é tudo aquilo que a sociedade não aprecia muito em seus membros, a fraqueza, mesmo que todos nós sejamos passíveis a ela.

Um abraço!








Quarta-feira, Fevereiro 15, 2006


Eu passei algum tempo pensando no que eu tinha medo. E somente uma palavra me veio à mente: morte.

Sim, tenho medo da morte. Não da minha morte, mas das pessoas próximas a mim. Nunca tive pessoas queridas a mim morrendo. É verdade que só tenho um avô vivo, mas os que morreram já estavam doentes e me deixaram pouco a pouco, de forma que a ida deles era esperada e por vezes até torcida, para que seus sofrimentos se aliviassem.

Meus pais estão vivos e saudáveis. E meus sogros, que são como segundos pais para mim, também estão super bem.

Mas qualquer notícia de algum pai de conhecido doente me traz à tona essa idéia horrorosa de perder algum deles. Quando a viagem da minha cabeça vai longe demais, chego até a deixar cair lágrimas em meus olhos. Não posso dizer o que é essa dor, mas só a imaginação me faz ter certeza de que é forte, muito forte.

Quanto a mim, não tenho medo da morte em si. Mas sim do que deixaria de vivenciar. Outro dia ouvi um caso de um pai jogando bola que enfartou e morreu, nos braços do filho adolescente que também jogava. Lembrei-me que um cara sedentário e acima do peso, fazendo um esforço grande e esporádico poderia muito bem ser eu. Um outro caso de um pai com problemas sérios no cérebro e que um belo dia teve seu coágulo estourado e a morte prematura é algo que poderia acontecer com qualquer um. E um outro caso, de um colega da época de colégio, que teve câncer no braço, amputou, fez quimio, mas não resistiu. Sim, poderia ser eu. E se algo assim acontecesse comigo, não poderia ver o futuro de minha família. E vejo como é injusto as pessoas terminarem sua história antes da hora. Antes de envelhecerem.

Mas a vida é assim. Infelizmente o Deus bondoso e justo não existe. Resta-nos varrer esse medo para o fundo da caixola, naquele lugar bem escondidinho que a gente não vá se lembrar toda hora, e continuar vivendo da forma mais correta possível.

E me desculpe o tom desse texto, mas foi o que saiu com esse tema. Medo é uma coisa séria, não deve ser menosprezada.








Terça-feira, Fevereiro 14, 2006


Medo é uma palavra que designa o sentimento de receio, de pânico, de temor, de apreensão, de pavor, tudo num só contexto.
Muitos utilizam a palavra medo para um desses sentimentos isoladamente, e não sei ao certo a razão, mas dificilmente utilizo esse vocábulo, a menos que seja na brincadeira.
Medo vem do latim metus, entendendo-se como um estado de ânimo de intimidação que se apodera de uma pessoa, constrangendo a não agir livremente, uma espécie de coação interior.
Não tenho medos. Nem da morte nem da vida, nem da dor nem do amor.
É diferente temer, eu temo, temo os malucos que perderam a noção do certo e errado, temo injeção e principalmente baratas.
Eu odeio barata, e não tenho preconceito, pode ser de qualquer tamanho e cor. Sou capaz de enfartar, faço escândalo, barraco mesmo.
Certa vez, viajando com uma amiga, estávamos em Itaúnas/ES e uma dessas cascudas entrou no banheiro pela janela, foi o comentário na pousada durante uns três dias. Sim, minha amiga odiava barata tanto quanto eu.
Itaúnas, àquela época, era um pequeno vilarejo, com apenas duas ruas.
Pois bem, acordamos o vilarejo todo às 5 da manhã, foi um show.
No dia seguinte na praia a vila toda vinha falar conosco, com alguma receita infalível contra barata.
Na hora, foi terrível.
Hoje, é post.

Tati Tatuada.








Segunda-feira, Fevereiro 13, 2006


Medo? Sei lá se tenho!!!

Muitos falam em medo da solidão. Sinceramente, não sei o que é solidão. É aquela que a gente é colocado? Ou a que a gente escolhe? Ou quando não se tem opção mesmo? Talvez medo da solidão sinta mesmo quem vive numa solitária de presídio, como nos filmes, sem luz, água, alimento nem comunicação. O resto... não é solidão. Sempre existe alguém com quem a gente possa provocar um papo. Esse medo, com certeza, eu não tenho.

Medo de envelhecer? Ah, sim... todos têm. Mas eu... olha, gente, há alguns anos eu já comecei a planejar minha velhice. Se for pra ser num asilo, que seja um da minha escolha, um que eu já tenha ajudado muito enquanto tinha força e saúde. Se for pra viver só, que seja numa rua humilde, com pessoas que se importam com os vizinhos. Se for pra morar com filhas, que tenha um bom genro. O fato é que não quero depender de ninguém. Portanto, pra não ter medo de envelhecer, preciso cuidar de tudo agora, principalmente de minha futura ocupação, como pintor ou tocador de algum instrumento musical. Não tenho medo de envelhecer.

De morrer? Olha, pra falar a verdade, não dá pra se ter medo de algo que é certo. A morte virá, mais cedo ou mais tarde. Imagino que as pessoas que me amam temam mais pela minha morte do que eu mesmo... assim como temo pela morte de pessoas que amo.

Sempre tive medo de perder minha família. Penei, mas a estrutura não era tão sólida quanto eu imaginava ser. Resultado: perdi mulher e filhas. Perdi, não!!! Minhas filhas simplesmente não convivem mais comigo no dia a dia, no contato direto. Mas nunca deixaram de fazer parte dos meus pensamentos, planos e sonhos. Já perdi o que tinha que perder... não tenho mais esse medo.

Não tenho medo do desemprego, pois, graças a Deus, tenho uma ótima profissão e muita experiência positiva. Não tenho medo de sofrer por amor... já sofri e sei que passa. Não tenho inimigos, portanto, ando sem medo pelas ruas. Tenho Deus no meu coração... e nada temo.

by Proibido








Domingo, Fevereiro 12, 2006


Medo, coloquei no google, na opção estou com sorte.
E em que site eu cai?
Algum site como psiquiatra on line, sobre fobias en especial.
Ta certo, medo realmente é algo que paralisa.
Nossos movimentos,ações, até mesmo a nossa vida.
Medo do desconhecido, do novo, do diferente, do risco.
Já paralisou a minha vida. Por um longo tempo.
Até que eu descori que estava perdendo muita coisa...
Possíveis amores, amigos, empregos, diversão.
Mas eu tive que perder muito pra me dar conta de tudo.
Tive que perder sem nem ter tentado ter.
Aí eu percebi que viver é sempre um risco. Corremos um risco todo dia,
de ganhar ou de perder, ter ou não..
E se escolhermos nem tentar não perder, nunca teremos a chance de ganhar.
Eu escolhi viver! E minha vida é bem mais cheia de riscos.
Mas tenho muito mais chances de ganhar, acertar, ser feliz.

Renata