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Celebridades do mundo blogueiro dando as suas versões para o tema escolhido da semana. 7 cabeças, 7 visões, mas sempre a mesma beleza. A beleza da escrita!


Sábado, Janeiro 08, 2005


Três coisas sempre me lembram um trio. Quando recebi o tema da semana, lembrei rapidinho de uma foto do meu avô com seus dois irmãos:

- Cocó, Ranheta e Facada.

Isso porque ele dizia que sempre se lembrava deste trio quando via a foto dos garotinhos. Não eram eles os ditos cujos, não. Mas até hoje pra mim inevitável pensar em três coisas sem pensar nos três. Sentadinhos de calças curtas e cabelinhos penteados... Pose especial e normal de fotografia bem antiga.

Fiz uma pequena pesquisa no Google. Acho que descobri que é quase um costume português quando três pessoas se reúnem numa foto, chama-los assim.

Inevitável também lembrar de sexo, drogas e rock and roll... Mas esse será meu trunfo na manga, caso alguém resolva arrumar outro tema como este... Capaz de fazer um purê com meus neurônios.









Sexta-feira, Janeiro 07, 2005


Como alguém que não se contenta com pouco, três coisas pra mim, sejam o que for, não me parecem suficientes. Mas me pediram pra falar sobre três coisas, então vamos lá...

Estamos no início do ano e é de praxe desejar muitas coisas, quando na verdade, três eu considero bem importantes. Lógico que saúde, felicidade, sucesso, casa, comida e roupa lavada são ótimos de ter sempre, mas eu quero ser mais prática (e a praticidade está inerente em todas as coisas) e vou falar dessas três que me vêm à cabeça. Eu desejo a todos:

Dinheiro: Eu sei que isso é coisa de gente consumista, que quer ter MUITAS COISAS, e não deixa de ser verdade. Quem quer e deseja dinheiro pra si e pros dinheiro, quer ter TODAS AS COISAS. Mas não vejo só pelo lado de consumir por consumir. Dinheiro é importante na hora de não se estressar com as contas do mês, de querer jantar com alguém especial num lugar especial (que, aliás, tem um preço pouco especial, eu diria), de querer comprar, sim, aquela roupa cara e maravilhosa, e de se permitir passar as férias num outro país. Por que desejar isso é ruim? Tem gente que diz que não adianta ter dinheiro e não ter saúde. Também acho. Mas não sinto como quem tem que escolher entre um e outro. Não conheço quem tenha adoecido por ter muito dinheiro. Conheço, sim, gente que se estressa com o fato de não ter dinheiro. De certa forma, a saúde foi afetada pela falta que ele faz. Então, tenham dinheiro e não se estressem!:)

Férias: Pros que trabalham ou estudam, e até pra nossa aposentada querida, ter férias é essencial. Seja pra usar o dinheiro e viajar pra aquele país exótico, seja pra ter mais tempo de jantar num lugar especial, férias é sempre bom. Mas eu não falo apenas das férias do trabalho ou dos estudos. Eu falo de férias. A comida sem graça de todo dia deve tirar férias, o barulho da televisão merece férias... Desligar-se é o primeiro passo pra tirar férias da rotina do dia-a-dia. Mudar só por uns dias o estilo musical, desligar o telefone, se permitir fazer coisas novas. A cabeça vicia nas mesmas coisas e depois fica difícil mudar. Por isso, férias já! Com dinheiro ou sem dinheiro!:)

Fama: Esse é o desejo mais controverso, porém, não falo exatamente de aparecer nos meios de comunicação. Fama pra mim é alguém se destacar no que faz. Entre tantos mil advogados, Fulano de tal é O MELHOR. Entre não sei quantos ambulantes, um cara aí dá palestras pros mais altos empresários e ganha uma nota preta! Claro que aqui, acolá ele aparece na televisão!:) Mas a fama aqui tem esse sentido de ser alguém além do universo que povoa (Nossa, de onde tirei isso?:). Principalmente nos dias atuais. Antigamente só profissões convencionais tinham como representantes verdadeiras "celebridades". Porém, hoje em dia até barman, gari e motoboy precisam aprender a ser mais do que são. Ser o barman, o gari, o motoboy. Não tem trabalho árduo e sacrifício que não seja recompensado. Ser o melhor no que faz é a garantia de que qualquer um pode confiar que o trabalho será bem executado. Tem o lado da cobrança, afinal, todos esperam mais daquele melhor profissional, do que dos meia-boca da vida. Mas isso se tira de letra. E não há dinheiro que pague reconhecimento assim. Se bem que essas pessoas já ganham bastante dinheiro...;)








Quinta-feira, Janeiro 06, 2005


De tudo ficaram três coisas:

* A certeza de que estamos sempre começando...
* A certeza de que precisamos continuar...
* A certeza de que seremos interrompidos antes de terminar...

Portanto, devemos:

Fazer da interrupção um caminho novo...
Da queda um passo de dança...
Do medo, uma escada...
Do sonho, uma ponte...
Da procura, um encontro...

(Fernando Sabino)

Concordo com ele!!!!!

PS: General!!!!!! Eu sei que c não gosta de textos de outras pessoas, então eu peço encarecidamente que o castigo seja leve!!Please!! hehehehe....








Quarta-feira, Janeiro 05, 2005


Esse tema tão difícil e subjetivo me fez quebrar a cabeça à procura de um caminho a seguir nesse post. Pensei em falar 3 coisas que me interessam na vida, mas existem muito mais que 3 a falar, então desisti da idéia. Pensei em falar 3 coisas românticas, mas minha vida está muito festiva e corrida para pensar em romantismo...

Então a semana vai passando e vejo que a própria autora do tema não postou, aí fiquei imaginando 3 coisas que podem ter acontecido:

1- Ela já sabia que não iria postar e escolheu o tema mais difícil e subjetivo que encontrou, só pra brincar conosco;

2- Ela percebeu que o tema era difícil e correu do barco quando deveria postar;

3- Ela mais uma vez se enrolou e nao conseguiu postar o texto dela! E depois me diz que não é enrolada!!!!

Isso me faz pensar em 3 coisas que o General pode começar a botar em prática para organizar a bagunça que as soldadetes imprimiram a esse blog:

1- Castigo semanal para quem nao postar ou escolher temas difíceis e desinteressante;

2- Rogar praga para que as solteiras continuem encalhadas e as casadas continuem eternamente casadas (haha, essa é boa!)

3- E, o pior de tudo, irei me convidar pra passar uma semana na casa da soldadete bagunceira. Imaginem só o caos de vocês me terem ao seu lado!!!

E, com isso, tenho dito.

Publicado no D.O. do blog temático quarta-feira, dia 05/01/2005
General Santos, Rio de Janeiro









Terça-feira, Janeiro 04, 2005


Quando a Tati recebeu o tema, a primeira coisa que lhe surgiu à cabeça foi; barba, cabelo e bigode, mas este foi descartado por ser impróprio para menores.
Então a Tati vai falar das coisas da infância, lembrando da inocente brincadeira; pêra, uva, maçã.
Vocês lembram?
Pêra: aperto de mão;
Uva: beijo na face;
Maçã: beijo na boca.
Quem não brincou disso, perdoe, não teve infância.
Havia, obviamente, um código entre as meninas, aquela que gostasse de algum menino especificamente recebia um leve apertão quando chegasse a vez do eleito.
É este?
Não!
É este?
Não!
É este? (e vinha o apertão)
Sim!!!!!!!!!!!!!
E o que você quer dele?
Maçã!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Pronto, tudo resolvido..
Muitos e muitos beijos na boca foram dados.
Como é bom ser criança.








Domingo, Janeiro 02, 2005


Ouço três alarmes com sons diferentes. Um faz pi pi pi , outro pan nã tanã, tanã, tanã, tanãnã e o terceiro é o midi da música Cara Estranho do Los Hermanos. Todos os sons saem de aparelhos celulares. Acordo quando ainda está escuro, às 5h da matina. O meu desespero para não perder a hora, me faz colocar três celulares para despertar ao mesmo tempo, e um quarto aparelho para alarmar dez minutos depois, ou seja, 5h10. Só pra garantir o meu despertar caso os outros três falhem. Até agora não falhou. Ainda bem!

Importante lembrar que os aparelhos celulares ficam em lugares distintos e longe da minha cama, estrategicamente localizados de forma que me obriguem a levantar para desligá-los. Um em cima da minha escrivaninha, outro ao lado da TV e o terceiro em cima de uma cômoda. Já o quarto aparelho, que serve como reserva, eu deixo em cima da cabeceira da minha cama. A ansiedade me faz ser criativa.

Isso me faz lembrar da única coisa que aprendi com a disciplina de Marketing na faculdade. Deve-se adaptar o produto às necessidades do consumidor. Lembro que certa vez a professora sugeriu que criássemos um produto que, depois de incorporado ao consumidor, se tornasse imprescindível à vida dele. Acabamos não fazendo esse trabalho não sei por qual motivo. Ainda bem, porque me recordo que fiquei umas duas horas pensando no que poderia fazer e não cheguei a nenhuma conclusão.

Mas agora, com todo esse drama de acordar cedo, depois de quase sete anos estudando à noite e intercalando longas noitadas na Internet e bares, surgem algumas idéias!

Poderia ser um despertador que, durante o alarme, saísse andando pelo quarto para não ser desligado imediatamente. E, só depois de uma corrida da pessoa acordada, diminuiria o passo dando margem para ser desligado. Justificativa: preciso levantar da cama ao ser acordada, senão, desligo o despertador e continuo a divagar pelo imenso universo dos sonhos.

Outra. Um boneco inflável adaptado com um relógio em seu interior programado para me acordar com beijinhos e afagos às 5h da matina. Pode até ser uma boa idéia, mas confesso que não confiaria nele nos dias de semana. Só o usaria nos meus dias de folga. Até porque, esse boneco não me obrigaria a levantar da cama, pelo contrário!

Ou então, poderia investir na indústria farmacêutica. Criaria um remédio que curaria toda a minha ansiedade! Isso mesmo!!! Um ansiolítico. É assim que denomina-se o medicamento que combate a ansiedade. Eu não sabia que existia remédio pra isso. Acabei de descobrir pelo dicionário. Poxa vida, quantas noites passei em claro ansiosa por causa de uma prova, de um encontro, de uma viagem, e minha mãe nunca me receitou nada. Amanhã vou até uma farmácia e pedir um. Mas enfim, como não sei a eficiência dos medicamentos já existentes, criaria o meu. Como chamaria? Ansil, Ansiflex, Ansigina, ah, sei lá.

Enfim, isso só me faz ter a certeza de que só tenho precisado de três coisas para viver: acordar na hora certa, um bom remédio e alguém ao meu lado para dormir, sonhar e acordar junto.

Tenho consciência de que posso muito bem viver sem ou apenas com isso, mas não mais sei viver sem mais um monte de coisas. A história diz que havia vida antes do despertador, do computador, do carro, e da televisão, no entanto, para a maioria das pessoas e também para mim, sem esses e muitos outros objetos, a vida não é mais possível.