COMUNIDADE DO BLOG TEMÁTICO NO ORKUT

Domingo

Lívia
21 anos
S. G. do Amarante - CE
.:Outro Blog:.


Segunda-feira

Proibido
40 anos
Brasília-DF
.:Outro Blog:.


Terça-feira

Tati Tatuada
Idade sob segredo
São Paulo-SP
.:Outro Blog:.


Quarta-feira

Renato
29 anos
Rio de Janeiro-RJ
.:Outro Blog:.


Quinta-feira

Renata
31 anos
São Paulo-SP
.:Sem Outro Blog:.


Sexta-feira

Paula
26 anos
Porto Alegre - RS
.:Sem Outro Blog:.


Sábado

Sérgio Leite
35 anos
Belo Horizonte-MG
.:Outro Blog:.


Preguiça
Limite
O que queremos deles(as)
Goela abaixo
O melhor que eu fiz
Se eu pudesse
Dar ou não dar?
Ilusão
Coisas de Mulher
Recordar
Aquela Noite
Escândalos
Sogra
Dia Internacional do Homem
Cartão Corporativo
Tenho Aprendido
Chutar o Balde
Fim
Diferente
Virunduns
Impossível
Etiqueta Virtual
Quem paga a conta?
Hoje eu quero...
Uma pessoa chata!
Oração
Ano Novo
Recesso
Minhas viagens
Herança
Bandido ou Mocinho?
Carta ao Papai Noel
Necomigonão!!!
Valeu a pena
Eu não consigo
Daqui a dez anos
Saudade
Independência
O certo e o errado
Sensações
Quem é quem
Encontro
Chavões
Desejo
Começo
Minha Vida É Como Imaginei?
Brincadeira
Sinceramente
Coração Pirata
Não por acaso
Perigo
Espetáculo
Água
Para alguém especial
Esfriou...
Casamento do Renato
Liberdade
Meu ìdolo
O Certo ou o Duvidoso?
Ponto Fraco
Praia
Começa com A
Reclamando de Barriga Cheia
Aquela Ligação
Frases Feitas
Bregas
Na Pista
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Carro
Chorar de Rir
Trezoitão na Cabeça
Reencontros
Sem Saída
O Inverno de Minha Existência
Corpos
Relacionamento Perfeito Copa do Mundo
Mudanças
Os Integrantes do Temático
Pessoas Boas
Diferenças
Aconteceu Comigo
O Melhor da Vida
Maturidade
Eu e Deus
Lar, Doce Lar
Minhas Manias
E o Vento Levou
Heróis
Medo
A Pessoa Perfeita
Sob os Lençóis
Alma Gêmea
Confissões
Pedidos ao Meu Deputado
2006, o Novo Ano
Eu Agradeço...
Se Eu Tivesse Mais Tempo
Carta ao Papai Noel
Sonho e Realidade
Amizade
Beleza é Fundamental
A Boca
A Era da Informação
Meu Filme Favorito
O Que Eu Procuro
Referendo das Armas
Meu Lugar
Volúpia e Prazer
Um Dia Pra Ser Feliz
Estou Pensando em Você
Individualidade
Jeitinho Brasileiro
O Tempo que Eu Teria Congelado
Meu erro foi crer...
Vc tem pedra no sapato? Violência
Dia de Folga
Família
Estilo
Amor e Distância

Experimentar
Corrupção
Namoro
Em Cima da Hora
Curiosidade
Pecados
Dor e delícia de ser como sou
A Casa Caiu!
Escolhas
Olhando pela Janela
Além do que se vê
Felicidade
Meu Trabalho
Seduzindo com as Palavras
O Poder da Palavra
O Efeito da Música
Os Prazeres da Vida
Férias
Governo Lula
Resoluções de Ano Novo Mulheres Comandam
Celebridade
Três Coisas
Fim de Ano
Detalhes
Amor ou Paixão?
Ciúmes
Vc Tem Fome de Quê?
20 e Poucos Anos
Beleza Comprada
Sotaque
Sexo
Vida de Blogueiro
O Início de Tudo






















Mesmo tema, visões diferentes!
Diferentes cabeças, mas sempre a mesma beleza.
Deixem suas impressões e enriqueçam o blog!

Esta semana: Finge que não vê

Quarta-feira, Agosto 19, 2009


Ficamos, a cada dia, mais alienados.
Parece que colocamos em um canto tudo o que nos aborrece, e esperamos que um sopro divino carregue aqueles males para longe.

Somos, cada vez mais, escravos da maldade.

Vejo as ruas repletas de pedintes e me correm dois pensamentos:
A piedade e a revolta.
Mas ainda assim, apesar de pensar muito no fato - e não chegar a conclusão nenhuma sobre o merecimento de cada um, sobre os fatores que levam uma pessoa a este estado - nada faço.
Então, na verdade, não sei se vejo, ou se finjo que vejo...
Talvez eu finja que não vejo.

Acompanhamos no noticiário hodiernamente denúncias dos nossos “parlamentares”, corrupção, prevaricação, lobby, chantagem, locupletação, mentiras, mentiras e mentiras...
Também paro pra pensar sobre isso, pergunto-me todos os dias como posso fazer para melhorar essa situação, já pensei em candidatar-me, mas isso me mataria (Será que devemos morrer pela sociedade? Será que devemos resgatar aquele sentimento impávido dos que defendem a nação nas guerras e tornarmo-nos soldados da nação, contra a nação e pela nação?).

No final finjo que não vejo.

Ocorre que cada vez mais isso me enche de cólera, sentimento que repudio.
Ver aquele sorriso sarcástico de quem sabe que no final tudo termina em pizza, que os pares sempre se protegem, que não importa o quanto foi roubado, o quanto foi dilapidado do povo, ou mesmo o quão arruinada se expõe a moral, tudo mantém-se sempre igual...
Me enoja!

Eu não sou palhaço!

Eles sabem, mas, de certa forma, são como nós, e fingem que não veem.

Por Felipe Magalhães








Segunda-feira, Agosto 17, 2009


Texto do Proibido.








Sexta-feira, Agosto 07, 2009


A consciência. Ela me fez perder muitas noites de sono.

Já fiz algumas coisas tidas como erradas, mas eu tenho minha própria visão sobre o mundo, sobre a vida, e sobre o que é certo e errado para mim. (Eita, parece que sou algum drogado ou bandido, mas nada disso, gente!).

Mas, eu me meti numa enrascada que não consegui sair até resolver. Imaginem só...

Meus pais passaram uma certa dificuldade na vida durante a infância, mas colocaram um objetivo na vida: terem uma vida confortável e serem pessoas responsáveis.

E foram. Graças a eles, pude ter um estudo top. Apesar de muitas vezes ter ouvido piadas de pessoas que não tiveram a mesma oportunidade que eu (“com papai é fácil”), não me envergonho, faço questão de falar a todos que sou um cara de sorte por ter tido essa oportunidade. E nessa semana de dia dos Pais, aproveito para prestar minha homenagem a ele, e a minha mãe também, por ser quem eu sou hoje.

Bom, voltando ao tema, eu tenho orgulho em dizer que cursei uma faculdade federal de engenharia. Engenheiro civil pela UFRJ. Orgulhoso de mim mesmo.

Mas, o tempo foi passando. Comecei a trabalhar, namorar sério, e o ano de 2005 acabou com o término de minhas matérias. Agora é o que? Fazer a monografia e correr pro abraço! Fácil, né? Não pra mim!

Acontece que eu não agüentava mais estudar. Estava ávido pelo meu crescimento profissional e por casar. Por isso, ignorei a monografia.

E durante o ano de 2007, comecei a ver o quanto eu estava errado. E perdia meu sono por causa disso. Já estava casado, trabalhando como engenheiro, mas sem ter fechado meu curso. Eram pesadelos, madrugadas em claro, um horror! E vou falar pra vocês, à noite, tudo parece pior! Ainda mais depois que descobri que minha matrícula tinha sido cancelada por abandono.

Resolvi agir! Iniciei minha monografia? Não! Procurei alguém que fizesse uma monografia para mim! Estou errado? Não, não na minha visão, monografia não engrandece ninguém como profissional. Apenas me livrei da parte demorada, de reunir material e escrever.

Assim, minha monografia foi montada por 400 reais ao longo do ano de 2008. O dinheiro bem mais gasto da minha vida. Mas, eu tinha reuniões quase semanais com meu orientador, e como eu devia entender um pouco do assunto, eu lia minuciosamente tudo que me era entregue e fazia questão de alterar o conteúdo sempre que ele solicitava. Até porque, era uma área de interesse meu. Aprender sim, perder tempo pesquisando material e escrevendo, não!

Pois bem, defendi minha monografia no início de 2009, e em março me tornei oficialmente um engenheiro civil.

E consegui dormir noites mais tranqüilas desde então. E só me arrependo de não ter feito isto lá em 2006.

Bom, este texto não foi tão engraçado como eu pretendia. Acreditem, as pessoas dão gargalhadas quando conto essa história.

E a cereja do bolo? Encontrei minha ghost writer (como ela se intitula para dar um pouco mais de glamour ao trabalho dela) no orkut! Doideira!








Quarta-feira, Agosto 05, 2009


Queria ter mais sensatez e menos paixão,
Talvez assim equilibrar-me-ia...
Menos loucuras na minha embriaguez,
Menos saudades e menos nostalgia.

Queria ser mais ponderado e aguerrido,
Talvez assim salvar-me-ia...
Menos noites na minha alegria,
Menos ausência e letargia.

Queria ser igual aos meus pais,
Talvez assim aceitar-me-iam...
Menos gritos e medos infantis,
Menos silêncio e rebeldia...

Queria, a bem da verdade, nunca mais perder meu sono,
Mas como, assim, viveria?

Por Felipe Magalhães








Terça-feira, Agosto 04, 2009


Nossa que tema difícil:
Me faz perder o sono….
Nem parece que eu mesma o propus.
Ultimamente nada, absolutamente nada me faz perder o sono.
Sou dorminhoca por natureza e sempre preciso dormir mais um pouco. Talvez seja por isso que meu humor matinal seja lastimável, sendo educadinha, porque na verdade é um mau humor do cão.
Ser proletária tem dessas coisas. A gente levanta antes do sol nascer e chega em casa com o sol já posto.
Não dá para exigir bom humor de manhã. Por isso meus textos só são feitos e publicados à tarde.
O fato é que nada me faz perder o sono, nenhum problema, doença ou desgraça, nada. Bateu minha hora é tchau mesmo, vou nanar o sono dos justo, seja lá o que isso signifique.
Nesse instante, talvez pelo tema, comecei a bocejar, um atrás do outro, em sequência. Só consigo pensar na minha amada, idolatrada, salve, salve cama.
Infelizmente ainda tenho obrigações a cumprir, mas tão logo as termine, vou para casa, tirar a indumentária, tomar banho, alimentar a morada do espírito e me enfiar sob as cobertas.
Até a próxima semana.
Beijo.
Tati.








Segunda-feira, Agosto 03, 2009


São raras as coisas que me fazem perder o sono.

Antigamente, eu perdia o sono por causa de uma prova. Sonhava fazendo-a, sonhava perdendo o horário, acordava várias vezes, pra ver se estava na hora de levantar. O mesmo acontecia quando eu ia fazer uma viagem cedo. Depois aprendi a confiar em alarmes... foi com o advento dos celulares... com eles, pode faltar luz à vontade... basta que eu veja se a carga da bateria é suficiente para o dia seguinte.

Não perco mais o sono devido a ansiedades de fatos ou resultados que estão por vir. Nem por raiva de algo que aconteceu.

As únicas coisas que me fazem perder o sono hoje são aquelas que, de alguma forma, dependem da minha interveniência. Por interveniência entendam: análise, decisão, discurso, resposta, ato. Essa minha mania de perseguir a perfeição faz isso comigo. Receio tomar uma decisão errada ou não dizer a coisa certa. Não tolero errar, por isso penso demais antes de agir, tento abrir um enorme leque de possibilidades, analisando as respectivas conseqüências.

Meu momento de maior criatividade é cedo, durante o banho. Talvez isso aconteça porque eu vou dormir com algo na cabeça e devo dormir pensando em detalhes. Não sei... só sei que é assim.

by Proibido








Quarta-feira, Julho 29, 2009


Um dia um homem começou a conversar comigo na rua, deveria ter seus quase sessenta, não me disse, mas imagino que sim por conta das incisivas marcas de expressão que carregava. Seu olhar era pesado e, ao fitar-me, parecia que o céu caía, ficava mais perto, pesado e sufocante - sorte ser uma dessas ensolaradas tardes de outono, quando os dias parecem mais leves, mais agradáveis.
Estávamos em um desses bancos da orla de copacabana, olhando o mar, quando ele me disse:

- Rapaz, não deves acreditar em ninguém.
- Como? - perguntei surpreso.
- Não deves acreditar em ninguém. -ele repetiu.
- Mas por que o senhor está me dizendo isso? - respondi, ainda tentando entrar na conversa.
- Veja, desde que me entendo por gente, fui casado com uma mulher incrível, linda, olhos penetrantes, conversas interessantes, sorriso largo, dessas mulheres que a gente se apaixona todos os dias, sabe?
- Sei - falei quase em suspiro, quase sorrindo e voltando a olhar pro mar.
- E não é tudo, com ela tive dois filhos que me amam... Um casal, a menina é mais velha dois anos. Exemplares... Ótimas crianças, nunca me deram trabalho além da normal aventura que é ser pai. Foi delicioso acompanhar o primeiro passo, a primeira palavra, a primeira ida ao colégio... Ainda não passei pelo estágio dos namorados... Mas não duvido que sairá tudo bem, sempre foi assim, não é?
- Parece que sim. Mas, por que...
- Por que não deves confiar em ninguém, meu jovem?
- Sim, era exatamente o que perguntaria, senhor.
- Deves ter o coração puro ainda... Quantos anos tens?
- Dezesseis.
- Nem tão puro então...
Fiz um olhar de reprovação.
- Não me leve a mal meu filho, já estou velho, apenas preste atenção, quando te disserem que teus sonhos não valem a pena, não acredite neles.
- Certo.
- Quando te disserem que teus pais estão velhos e não sabem o que dizem, não acredite neles.
- Certo.
- Quando te disserem que existe fidelidade, não acredite neles!
- Como não? Eu acredito na fidelidade, eu acredito que duas pessoas podem ser sinceras entre si, pode haver essa troca honesta. Acredito que não seja, mesmo, uma questão de amor, mas mesmo de respeito. - respondi irado.
- Estava apenas vendo se tua concordância era apenas mecânica ou realmente me ouvia, não precisa ficar assim rapaz. - respondeu com um sorriso.
- Estava lhe ouvindo, senhor.
- Pelo visto somos bastante diferentes... e isso é ótimo.
Ergui uma sobrancelha tentando entender.
- É meu filho, tu podes. Acredita, sim, em alguém... Acredita em você. Eu deveria ter feito isso por mim. - respondeu voltando seu olhar para o mar.
De repente, levantou-se, desceu até a areia e caminhou em direção às ondas.
Acompanhei-o com o olhar até que parou.
Fechei meus olhos e levantei a cabeça, sentindo a brisa marinha arrepiar minha nuca, ouvindo o marulhar... Quando um estampido me acordou.
Ao abrir os olhos, o homem não estava mais lá.
Era apenas um corpo que abraçava o mar.

Por Felipe Magalhães








Terça-feira, Julho 28, 2009


Espaço reservado para as diferenças da Tati








Segunda-feira, Julho 27, 2009


Preciso confessar: tenho sérios problemas em aceitar diferenças. Por mais que seja bem instruído, que seja cabeça aberta, que conheça várias culturas... ainda assim, tenho dificuldade com isso.



O que acontece é o seguinte: fui educado para sempre dar o melhor de mim, sonhar e perseguir meus sonhos, alcançar sempre o topo... mas SEMPRE sem prejudicar o próximo, sem, ao menos, incomodar as pessoas. Para realizar tudo isso, preciso ser racional o tempo todo e saber usar bem minhas emoções em prol dos resultados que almejo. Ser racional significa ver lógica em tudo, enxergar oportunidades, criar alternativas que, muitas vezes, poucos conseguem visualizar, sempre conseguindo imaginar com alguma precisão as conseqüências, positivas ou negativas, de cada decisão que eu venha a tomar.



Então, o que acontece? Eu passo a ver erro demais nas pessoas: erros de conduta, erros profissionais, decisões sem qualquer sentido. E isso muito me incomoda, pois, com freqüência, passo a achar as pessoas inconvenientes, escrotas, contraditórias e burras.



Sou altamente contra o racismo. Tenho excelentes amigos negros, com os quais convivo com muita alegria, compartilhando momentos de alegria e de tristeza e sinto-me feliz por tê-los ao meu redor e por me aceitarem como sou. Mas não gosto de ser chamado de branquelo por meus conterrâneos negros... sim, na Bahia, ser branco é exceção. Sei que eles não aproveitam as poucas oportunidades da vida por serem negros, além de pobres. Eles sempre se acham inferiorizados e sentem a necessidade de se mostrarem superiores.



Não discuto religião, até porque não tenho uma bem definida. Mas não aceito uma mãe preferir que o filho morra porque sua religião não permite o transplante de sangue. Não aceito que me encham o saco querendo me convencer disso ou daquilo em relação a sua religião.



Não aceito que se metam na educação das minhas filhas, pois sei que faço um excelente trabalho como pai, mesmo distante. No entanto, fico sem acreditar com certos exemplos, certas instruções que vejo alguns pais darem a seus filhos.



Não me incomodo que questionem minhas decisões e opiniões. Mas exijo que quem o faça pare para me ouvir, pois eu também sei ouvir e posso mudar se for convencido. O que não pode é falar mal e não conhecer meus motivos.



E quanto às diferentes culturas... como pode, num mundo globalizado, as mulheres ainda serem tão submissas nos seus países??? E de maneira pacífica!!!



Enfim, sei que as pessoas são diferentes. Aceito isso numa boa. Mas isso não me impede de julgá-las da mesma forma que aceito ser julgado. Mas confesso que guardo indignação quando não posso mostrar minha insatisfação ou discordância. Uma coisa eu aprendi: com pessoas “tapadas”, sejam burras ou fechadas em ideais que lhe forma imputados, eu não discuto.



by Proibido








Quarta-feira, Julho 22, 2009


Já tornou-se costume,
Necessidade, eu diria.
De sentir teu perfume,
Sorrir com a tua alegria.
Contagiante, reluzente,
Assim é tua companhia.

Que bom! Virou verdade!
Não sei se é a fantasia
Que imita a realidade,
Mas tudo o que à noite pedia
Se resume, se desenha,
Em nosso formoso bom dia.

Mas hoje, a cama é fria...
Na tua ausência ela me desafia.
Como serão os meus sonhos?
Será que neles te encontro?
Mas de que adiantaria?
Se na manhã perder-se-á o encanto,

Num solitário e estranho bom dia.

Por Felipe Magalhães